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MS tem mais uma opção de feira: Campo Grande Expo 2018

 

A Campo Grande Expo 2018 já tem data marcada e esta primeira edição vai reunir fabricantes de máquinas, implementos, além de serviços para agricultura e pecuária. O evento é organizado pelo Certifica Agro, que faz parte do Grupo Certifica.

Curso de equideocultura oferece aulas práticas voltadas para reprodução

 

A equideocultura é uma atividade que vem apresentando expressivo crescimento nos últimos anos, e com isso tem aumentado a procura por animais que tenham qualidades genéticas. Um curso voltado para estes animais está sendo oferecido para disponibilizar práticas de reprodução animal.

Seminário de Agronegócio debate perspectivas para os próximos anos

  

O agronegócio é um dos setores mais importantes da economia brasileira, pensando nisso a Amcham Brasil realizou em Campo Grande - MS, a 5ª edição do Seminário de Agronegócios.

O levantamento de safra divulgado nesta quinta-feira (08/06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra uma redução de 22,3 mil hectares na área projetada de trigo que está em fase de plantio, para 1,931 milhão de hectares, ante os 1,953 milhão de hectares projetados no mês passado.

Segundo a Conab, a retração se deve aos preços pouco atrativos do cereal e aos altos estoques de passagem, estimados em 2,438 milhões de toneladas.

A estimativa atual para a área de trigo é 187,3 mil hectares (menos 8,8%) inferior à cultivada na safra passada (2,118 milhões de hectares). O plantio retraiu pela quarta vez consecutiva.  A produção é estimada em 5,205 milhões de toneladas, volume 1,521 milhão de toneladas (22,6%) inferior ao recorde de 6,726 milhões de toneladas registrado na safra passada.

No Paraná, maior produtor nacional, a área plantada já atinge 65% e está estimada em 991,9 mil hectares, 8,7% menor quando comparada à safra anterior. Os técnicos relatam que as lavouras estão boas condições, em decorrência do clima favorável. “As chuvas ocorridas em maio atrapalharam o plantio e geraram perdas pontuais relacionadas à erosão e alagamentos, mas de forma geral, ajudaram o trigo já implantado”, dizem eles.

No Rio Grande do Sul, o trigo apresenta tendência de redução de área de cerca de em média 10%. Os técnicos observam que em algumas regiões a retração pode chegar de 30 a 40%, “principalmente naquelas em que há prevalência de grandes produtores”. Eles explicam que em regiões com presença maior de pequenos e médios produtores a tendência é de menor redução ou mesmo a manutenção da área, já que esses produtores têm a necessidade de manter alguma fonte de renda no inverno e, mesmo que a produtividade seja baixa e apenas cubra o custo de produção, haverá benefícios à cultura seguinte, nesse caso a soja. Além disso, produtores familiares têm a possibilidade de acesso ao bônus da política de preços mínimos do governo federal, o que se torna atrativo caso haja redução do preço no momento da colheita.

Em Minas Gerais, a estimativa é de manutenção da área cultivada de 85,8 mil hectares, da qual 13% refere-se ao irrigado e 87%à área de sequeiro. “Vê-se que houve uma movimentação de área de irrigado para sequeiro em relação à intenção manifestada no levantamento anterior, quando a proporção de irrigado e sequeiro era de 20% e 80%, respectivamente. Os custos da energia elétrica, em como a restrição de uso de recursos hídricos, motivaram essa decisão”, dizem os técnicos.

Em São Paulo, a projeção é de retração de 14,1 mil hectares (18,5%) para 62,2 mil hectares. Os técnicos da Conab relatam que na maior parte da região ao Sudoeste do estado, como o Vale do Paranapanema, o trigo plantado em março-maio sofre os riscos dos efeitos negativos das estiagens no início do ciclo e de geadas no seu final. Os produtores estão bastante desmotivados com essa cultura em face dos baixos preços de mercado. Alguns produtores migraram as áreas para o cultivo de milho safrinha, diz o relatório da Conab.

Fonte: Globo Rural

 

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